
Heleieth Saffioti (1934–2010) na sua tese de doutorado defendida em 1966 e publicada em 1969: A Mulher na Sociedade de Classes, demonstrou que atuar pela libertação das mulheres exige o engajamento na luta de classes. Temos que remeter a luta de emancipação feminina à luta de classes, declaração dela ao jornal Brasil Mulher, em 09/10/1975. Naqueles anos conturbados em que se entendiam lutas especificas e gerais como antagônicas, seus estudos definiram um rumo aos movimentos: as lutas das mulheres e as lutas de classes devem caminhar juntas e estão entrelaçadas pelo mesmo sistema de opressão e exploração. Leia o artigo
"Heleieth, a ousadia do livre pensar feminista!", homenagem de Maria Amélia de Almeida Teles.
Assista | Augusto Boal "A política é a arte de tornar possível o que é necessário fazer"
Brasil profundo A História do Brasil está fortemente marcada pelo oficialismo das elites da vez. Constitui a História do Brasil uma rigorosa seleção de "fatos" cujos desdobramentos históricos raramente escapam à conciliação social. Na voz dos excluídos da História, a memória e a narrativa revelam o que a História Oficial faz questão de esquecer: a guerra das elites contra o homem comum. Guerra que precede e força a conciliação social. O jornal O Estado de S. Paulo, num momento de lucidez jornalistica, disponibiliza para acesso virtual a reportagem
"Guerras desconhecidas do Brasil", de Leonencio Nossa e Celso Júnio. Acesse a reportagem e entenda por que as guerras do passado ajudam a explicar problemas sociais do presente.
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História Geral da África está agora também disponível em português para download gratuito. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
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Espaço Cultural Mané Garrincha. Espaço dos sem terra, dos famélicos da terra, dos sem teto, dos sem-universidade, dos sem emprego, mas que se reconhecem nos movimentos sociais.
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