Se ligaí! | Nesta segunda-feira, 25, às 14, a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, na Praça de Histórias/BiblioSesc, C800-Alameda C, reunirá os poetas Binho (Sarau do Binho), Sérgio Vaz (Cooperifa) e Ruivo Lopes (Coletivo Perifatividade) numa roda de conversa sobre Biblioteca, Poesia & outras narrativas. Participe e saiba por que a melhor biblioteca é aquela que tá ao alcance das mãos e encurta o caminho pra poesia!. Só chegar!
domingo, 24 de agosto de 2014
Biblioteca, Poesia & outras narrativas na 23ª Bienal Internacional do Livro de SP
Se ligaí! | Nesta segunda-feira, 25, às 14, a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, na Praça de Histórias/BiblioSesc, C800-Alameda C, reunirá os poetas Binho (Sarau do Binho), Sérgio Vaz (Cooperifa) e Ruivo Lopes (Coletivo Perifatividade) numa roda de conversa sobre Biblioteca, Poesia & outras narrativas. Participe e saiba por que a melhor biblioteca é aquela que tá ao alcance das mãos e encurta o caminho pra poesia!. Só chegar!
sábado, 23 de agosto de 2014
1ª Feira Anarquista da Baixada Santista ocupará Vila do Teatro em Santos (SP)
Se ligaí! | Organizada pelo Nelca Carlo Aldegheri,
participo hoje, 23, daqui a pouco às 10h, da 1ª Feira Anarquista da Baixada Santista,
que acontecerá na Vila do Teatro, Praça dos Andradas,
nº 95, Centro, em Santos, litoral de SP. Na programação: exibição de
filmes, debates, oficinas, contação de histórias, teatro, exposição,
poesia e apresentação musicais. Confira a página do evento e participe!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Poetry to people of Ferguson, Missouri (US), in solidarity for all freedom fighters
People are dying, mother
In memory of Solano Trindade,
the poet of the people
To people of Ferguson, Missouri (US),
in solidarity for all freedom fighters
People are dying
Day and night
People are dying
In perpetual whipping
People are dying
In the ghettos and slums
People are dying
By the open wounds
People are dying, mother
People are dying!
People are dying
Perforated by bullets
People are dying
By appointment
People are dying
Driven by uniform
People are dying
Vanishing from the map
People are dying, mother
People are dying!
People are dying
marked suspect
People are dying
And face what will have to be faced
People are dying
That takes in the face
People are dying
The way back home
People are dying, mother
People are dying!
People are dying
That is very much needed
People are dying
While another cries
People are dying
Tired of this story
People are dying
Only fuels the insurgency
People are dying, mother
People are dying!
Ruivo Lopes is anarchist, poet, activist and educator. He has published
texts in marginal and peripheral literary anthologies and maintains this blog
about poetic policies.
Translated by George Ferreira
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Marcha Contra o Genocídio do Povo Negro tomará as ruas de SP
Se ligaí! | Nesta sexta-feira, dia 22, às 17h30, no vão livre do MASP, acontecerá a II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro - São Paulo organizada pela Campanha Reaja ou Será Morto, Reaja o Será Morta. Nos último anos, a Marcha se tornou uma ação de visibilidade e denúncias públicas contra o racismo impregnado nas instituições do Estado e que faz com que jovens negros sejam as maiores vítimas da violência policial. Este terrível quadro é agravado pela estigmatização causada pelo racismo, a resistência contra a adoção de cotas étnico-raciais, a determinação do Judiciário na condenação a prisão de jovens negros e pelo descaso com a saúde da mulher negra.
Confirme sua presença aqui: II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro - São Paulo
Racistas não passarão!
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Festival exibe filmes políticos e promove debate sobre protestos e criminalização dos movimentos sociais
Nem perseguições, nem
montagens: LUTAR NÃO É CRIME!
Prévia do III Festival do
Filme Anarquista e Punk de São Paulo, 2014
Em junho de 2013, uma multidão tomou as ruas de São Paulo para exigir
a anulação do aumento das tarifas de transporte. Durante anos denunciando o
controle privado das catracas do transporte público, o Movimento Passe Livre
protagonizou uma onda de protestos que logo tomaria as ruas de outras capitais
do país. Os vinte centavos a mais na tarifa foram a gota d’água para mostrar aos
donos do poder que nunca se deve subestimar a capacidade de indignação do povo.
Herdeiro de movimentos sociais sem liderança definida, assembleísta, organizado
horizontalmente, reunindo os de baixo e os mais diversos coletivos, organizações
e sujeitos, todo mundo “contra o aumento” da passagem. Manifestações chamadas
rapidamente pelas redes digitais, em curto espaço de tempo e cada vez maiores,
paralisando a capital mais acelerada do país, de imediato foi dura e
seguidamente reprimida pela Polícia Militar com o apoio de grandes veículos de
comunicação. Dias depois, os donos do poder recuaram e anularam o aumento das
tarifas.
E veio a Copa do Mundo de 2014 e com ela leis e ordem de exceção. E
para o desespero dos donos do poder vieram também mais protestos. Orientada,
equipada e determinada a impedir que os protestos ganhassem a mesma proporção do
ano anterior, as policias atuaram em conjunto para reprimir, prender e fichar
manifestantes. Outro componente entrou em cena para intimidar os protestos, o
Judiciário. Por um lado, a polícia efetua prisões, forja flagrantes, recicla o
entulho jurídico da ditadura, transforma objetos de uso doméstico em armas mais
letais que as suas próprias, dificulta o acesso da defesa e intimida
manifestantes em suas casas e emite chamados para depor no mesmo dia e hora das
manifestações. Por outro, promotores públicos acolhem as montagens e sem nenhum
questionamento fazem a denúncia para juízes que determinam
prisões.
Qualquer ativista terá sempre uma história como essa para contar.
Hoje ela se passa numa grande cidade. Mas amanhã, ela poderá bater na sua porta
e quem sabe até você poderá ser alçado a personagem de uma história de
perseguição e montagem.
A Prévia do III Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo
exibirá três produções documentais recentes, um curta e dois longas, sendo um da
Espanha, um do Chile e um da Bolívia, exibidos no Brasil apenas na II edição do
Festival (2013), na qual foram destaques, que abordam a criminalização das lutas
sociais naqueles países e o revide em forma de solidariedade e resistência
coletiva.
Para discutir o tema “Lutar não é crime”, o Festival convida
militantes do Movimento Passe Livre de São Paulo e Rodolfo Valente, da Rede 2 de
Outubro, para um bate papo mediado por Igor Carvalho, jornalista da Revista
Fórum e SPressoSP, depois das sessões. E para fechar a programação, o
punkjazzrock libertário da Ordinária Hit!
Programação
15h
De Montagem em Montagem (2013, Doc., 9m16s., Chile - legendas em
português)
Montagem: Caso Bombas (2013, Doc., 81m., Chile - legendas em
português)
16h30 | Intervalo
17h | 4F - Nem esquecimento, nem perdão (2013, Doc., 110m., Espanha –
legendas em português)
19h | Bate papo: Lutar não é crime, com Militantes do Movimento Passe
Livre São Paulo e Rede 2 de Outubro.
21h | Apresentação: Ordinária Hit (SP)
Sinopses:
De Montagem em Montagem
(Documentário | 9:16 min. | Productora de Comunicación Social | Chile
- legendas em português)
O curta “De Montagem em
Montagem” denuncia as fraudes de montagens policiais na tentativa de incriminar
judicialmente anarquistas apoiadores da luta dos povos do TIPNIS. No dia 29 de
maio de 2012 em La Paz e Cochabamba, Bolívia, 12 casas particulares foram
invadidas pela polícia à procura de 13 pessoas. Elxs estavam sendo acusados de
tentativa de homicídio e terrorismo, além de lhe atribuírem a fabricação de
artefatos explosivos. Tudo isto construído num contexto de mobilização social
pela luta dos povos indígenas em defesa do TIPNIS e antes da reunião da OEA, em
Cochabamba. A operação policial invadiu as casas sem a presença de alguns dos
acusados, oferecendo a opinião pública provas insuficientes, tais como máscaras
ou patches punks.
Montagem: Caso Bombas
(Documentário | 81 min | 2013 | Chile - legendas em
português)
Através de diversos depoimentos, o documentário “Montagem: caso
bombas” constrói um sólido relato que narra de forma crítica e explicativa as
diversas situações e acontecimentos relacionados com o conhecido “Caso Bombas”,
um caso de montagem político-policial contra diversos grupos e anarquistas no
Chile que recentemente teve seu desfecho.
4F – Nem esquecimento, nem perdão
(Documentário | 110 min | 2013 | Espanha – legendas em
português)
Barcelona: uma festa em um prédio ocupado termina em conflito com a
polícia e um policial fica em estado vegetativo após ser golpeado na cabeça por
um vaso que cai de uma das sacadas. Sem que se pudesse encontrar culpados para o
acidente, a polícia inicia todo um processo de montagem policial e
criminalização que levou ao cárcere companheirxs envolvidxs com o movimento
okupa na Espanha. Este documentário trás a tona a verdade sobre o caso 4F, um
caso emblemático que gerou intensa mobilização de apoio por parte de movimentos
sociais espanhóis.
Movimento Passe Livre São PauloO Movimento Passe Livre (MPL)
é um movimento social horizontal, autônomo, independente e apartidário que luta
pela adoção da Tarifa Zero para o transporte público. Protagonizou os protestos
de junho de 2013 que resultou no cancelamento do aumento das tarifas em São
Paulo.
Saiba mais: www.saopaulo.mpl.org.br
Rede 2 de Outubro
A Rede 2 de Outubro é composta por um conjunto de organizações,
movimentos sociais e grupos culturais que partilham a percepção de que a
dinâmica social que produziu o Massacre do Carandiru (1992) ainda continua
vigente e segue a fomentar massacres cotidianamente. A Rede promove reuniões,
seminários, debates e outras atividades com o objetivo de denunciar e debater as
origens e o significado das terríveis condições de encarceramento, do caráter
seletivo do sistema penal e prisional, do uso desmedido da violência pelo Estado
com evidente corte racial e de classe, entre outras
questões.
Saiba mais: www.rede2deoutubro.blogspot.com.br
Ordinária Hit (SP)
A vida ordinária tocada em hit. Prática conforme a música, ordenada
em duas vias. Não ligue, é barulho convencional: não canto sem refrão,
eletricidade, bateria, guitarra, baixo e um pouco mais de corda... Só que tudo
de ponta cabeça, punk e a ética do faça-você mesm@.
Saiba mais: http://ordinariahit.bandcamp.com/
Realização: Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo
Do Morro Produções, Imprensa Marginal & Projeto
Espremedor
Saiba mais: www.anarcopunk.org/festival
Apoio: Matilha Cultural
Saiba mais: www.matilhacultural.com.br
Agenda
31 de agosto (domingo), às 15h
Matilha Cultural, Rua Rego Freitas, nº 542, República, centro de
SP
Telefone: (11) 3256-2636
Confirme sua presneça aqui: https://www.facebook.com/events/367057246781710
GRATUITO!
*No local haverá venda de bebidas e alimentos veganos e
vegetarianos.
**Haverá também distribuição e venda de materiais “faça você também”
da cultura libertária (fanzines, livros, discos, etc.) a preços
populares.
***Espaço amigo da criança, ciclistas e
cachorros.
domingo, 10 de agosto de 2014
Brasil Perifa: moradia digna, cultura e educação popular, direito à cidade, movimentos sociais e ativismo
Assistaí! | Na última quinta (7), com a equipe do BrasilPerifa/Perifa Livre (Revista Fórum/SPressoSP) sobre moradia digna, cultura e educação popular, direito à cidade, movimentos sociais e ativismo. Na roda Ivaneti Araujo (Comunidade Mauá), Guilherme Boulos (Mtst Trabalhadores Sem Teto), vereador Nabil Bonduki (PT), relator do Plano Diretor Estratégico de SP, eu e os livros. Existe uma cultura própria dos movimentos sociais que é a expressão da luta, da solidariedade e da liberdade. Compartilho com você as reflexões deste encontro!
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
#BrasilPerifa debate moradia popular, ativismo e direito à cidade
Se ligaí! | Guilherme Boulos (MTST), Nabil Bonduki (PT), Ruivo Lopes (poeta e ativista) e Ivaneti Araújo (Comunidade Mauá) são os debatedores do programa da próxima quinta-feira (7), às 20h O #BrasilPerifa da próxima quinta-feira (7) vai debater o acesso à moradia popular. A criminalização dos movimentos, o direito de ocupar, a ascensão do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), a relação com a mídia e como as esferas do poder executivo se relacionam com o tema “moradia”, além da análise projetos como o Plano Diretor. No pós junho de 2013, a busca pelo direito constitucional da moradia se tornou, talvez, a pauta que mais vezes foi motivo de manifestações. Sua visibilidade na mídia também cresceu, por conta das ações de ocupações de terrenos como a “Copa do Povo” antes da Copa do Mundo e os protestos com milhares de pessoas nas ruas. Para debater sobre moradia popular, estão confirmadas as presenças de Guilherme Boulos (coordenador nacional do MTST), Ivaneti Araújo (coordenadora da ocupação Mauá), Ruivo Lopes (poeta e ativista dos direitos humanos), Nabil Bonduki (vereador do PT, relator do Plano Diretor). No Rio de Janeiro, Joaquim Pinero (MST) e Alex Magalhães (pesquisador da IPPUR-UFRJ/direito da favela). Assista à transmissão em nosso site e participe pelas redes sociais: #BrasilPerifa: Moradia. No Twitter, use a hashtag #BrasilPerifa para enviar sua pergunta.
domingo, 3 de agosto de 2014
Encontro na Favela do Moinho marca solidariedade a Palestina!
Foto: Irineu Yahia
Encontro analisou a ocupação israelense e os recentes ataques à Faixa de Gaza. “Na
Palestina isso se dá através da ocupação ilegal e aqui no Brasil com a
especulação imobiliária”, diz membro do movimento palestino em SP
Por Maura Silva
No sábado (26), a Favela do Moinho, localizada no centro de São Paulo, foi palco da primeira atividade do ciclo de palestras organizado pelo Movimento Palestina para Todos (Mop@t). O movimento pretende, em conjunto com a comunidade do Moinho, realizar atividades de formação e informação sobre a Palestina.
No sábado (26), a Favela do Moinho, localizada no centro de São Paulo, foi palco da primeira atividade do ciclo de palestras organizado pelo Movimento Palestina para Todos (Mop@t). O movimento pretende, em conjunto com a comunidade do Moinho, realizar atividades de formação e informação sobre a Palestina.
Segundo Hasan Zarif, membro do
Mopat, a proposta é fazer dessas atividades um espaço para a troca de
ideias, formação e construção de ações que façam a conexão entre o
cotidiano palestino, com toda sua luta e resistência, e a luta diária da
população periférica no Brasil.
“A idéia das atividades é
aproximar a periferia de São Paulo, o oprimido daqui do Brasil, com o
oprimido da Palestina. A escolha da Favela do Moinho se deu por conta do
histórico de resistência das pessoas daqui. Temos um muro que cerca a
favela, assim como o que tem na Palestina, isso sem falar das tentativas
de desapropriação e a luta diária pelo território. São processos muito
parecidos. É a tática expansionista de afastar as pessoas para além do
muro. Na Palestina isso se dá através da ocupação ilegal e aqui no
Brasil com a especulação imobiliária”, salienta.
Nesse primeiro
debate, além de análise do contexto histórico e situação atual, os
presentes puderam participar de um chat ao vivo com Leila Khaled e
Sumoud Sa'adat.
Figura histórica da resistência palestina, Leila
chamou a atenção do mundo para as violações cometidas pelo Estado de
Israel em 1970, quando participou do sequestro de um avião da companhia
israelense EI AI, que viajava de Amsterdã para Nova Iorque.
Leila
agradeceu o apoio dos movimentos sociais brasileiros que se somam em
protestos contra as violações cometidas por Israel e, ainda, ratificou a
importância da campanha de BDS (Boicote, Desenvolvimentos e Sanções)
como forma efetiva de pressionar e desestabilizar o governo israelense.
Ela
falou também sobre o massacre em curso na Faixa de Gaza com a operação
militar “Barreira Protetora”, que até o momento já matou mais de mil
palestinos, a maioria civis, mulheres e crianças e deixou mais de 7 mil
feridos.
“Estão matando nossas mulheres e nossas crianças. Essa é uma prática genocida”, afirmou.
Sumoud
Sa'adat, ativista pela libertação dos presos políticos palestinos e
filha de Ahmad Sa’adat, secretário-geral da Frente Popular para a
Libertação da Palestina, preso desde 2002, também participou da
atividade.
Ela agradeceu o apoio à luta palestina, e chamou
atenção para as violações sistemáticas cometidas nas prisões
israelenses. “Existem pessoas que estão há mais de oito anos em prisão
administrativa, muitos sem nem saber do que estão sendo acusados. Essa
política é usada contra todos: crianças, adultos, trabalhadores,
mulheres, parlamentares”, diz.
Sumoud também falou dos ataques indiscriminados que Israel tem lançado a alvos civis na Faixa de Gaza.
“Esse
é um genocídio planejado. Israel sabe exatamente quem está atingindo
quando lança mísseis em direção a hospitais e escolas”, finaliza.
O Movimento pretende seguir com o ciclo de debates por outras regiões da cidade. A atividade terminou com um sarau onde foram lidos poemas de luta e resistência pelo poeta Ruivo Lopes.
O Movimento pretende seguir com o ciclo de debates por outras regiões da cidade. A atividade terminou com um sarau onde foram lidos poemas de luta e resistência pelo poeta Ruivo Lopes.
Publicado originalmente em Brasil de Fato.
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