segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Câmara de São Paulo promove audiência pública sobre o Plano Municipal sobre o Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca


No dia 27 de agosto, às 19h, acontece na Câmara Municipal, audiência pública sobre o Projeto de Lei (PL) 168/2010 que cria o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de São Paulo, apresentado pelo vereador Antonio Donato (PT) e elaborado de forma participativa, democrática e popular pela sociedade e poder público. Acesse o PL aqui http://goo.gl/Zf0lkY e o PMLLLB aqui http://goo.gl/fGTE1F Compartilhe e participe!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Contra a redução: menos celas, mais escolas!


Aconteceu! | Sábado (15), na Praça do Campo Limpo, zona sul de SP, o evento comunitário e cultural organizado pela MSE (Medida Sócio Educativa) do Campo Limpo, para dialogar sobre os direitos humanos da criança e do adolescente. 




 



 




Na ocasião, diversos artistas da cultura popular aproveitaram para mandar seu recado de que são contra o retrocesso da redução da maioridade penal! 



 










                                                          


sábado, 15 de agosto de 2015

Na zona sul de SP, programação debate problemas da redução da maioridade penal


Se ligaí! | Acontece hoje (15), a partir das 10h, este evento comunitário sobre a redução da maioridade penal na Praça do Campo Limpo (próximo ao Terminal Campo Limpo), zona sul de SP. Confira a programação e participe!

terça-feira, 21 de julho de 2015

A periferia nas ondas da Rádio Heliópolis recebe o rapper, educador e jornalista Netão Influência



Se ligaí! | Apresento hoje (21), às 16h, o programa Agenda Cultural da Periferia, na Rádio Heliópolis FM e recebo o rapper, educador e jornalista Netão Influência (Influência Positiva) que busca inspiração em Paulo Freire para ensinar com RAP. 


Ideias, música e dicas culturais das quebradas do mundaréu. Tem dica cultural? Madaí (atividade, data, hora e local detalhados) e ouça pela internet: www.radioheliopolisfm.com.br ou sintonize 87,5 FM nas imediações da comunidade!

domingo, 19 de julho de 2015

São Bernardo do Campo prepara Conferência e planos municipais de Cultura e do Livro e Leitura


 
Aconteceu! |  Sábado (18), na Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, em São Bernardo do Campo, o encontro Escritores da Cidade para abordar a experiência de construção do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de São Paulo, com Ricardo Queiroz e Ruivo Lopes, ambos integraram o Grupo de Trabalho do PMLLLB de SP


Neste momento, São Bernardo do Campo, região do ABCD paulista, esta em plena mobilização para preparar a Conferência Municipal de Cultura e seus planos municipais de Cultura (2015) e do Livro e Leitura (2016).

sábado, 18 de julho de 2015

Em São Bernardo do Campo, Escritores da Cidade abordam políticas para o Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca para a Cidade


Se ligaí, São Bernardo do Campo! | Acontece neste sábado, dia 18, às 15h, na Biblioteca Monteiro Lobato (Rua Jurubatuba, nº 1.415, Centro), o encontro Escritores da Cidade para abordar a experiência de construção do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de São Paulo, com Ricardo Queiroz e Ruivo Lopes, ambos integraram o Grupo de Trabalho do PMLLLB de SP. Participe, sua cidade também precisa do seu próprio Plano do Livro e Leitura!

Semana de Mobilização dos Direitos da Criança e do Adolescente


#‎ContraaRedução‬! | Ruivo Lopes tá na SEMANCA - Semana de Mobilização dos Direitos da Criança e do Adolescente, organizada pelo Cedeca Interlagos, no Circo Escola Grajaú, zona sul de SP.

 
Na roda os "25 anos do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente". Em cena, o caso Bernardinho, criança negra de 12 anos, engraxate, preso e estuprado em cadeia do Rio de Janeiro, em 1927, cuja repercussão foi responsável por fixar a idade penal em 18 anos. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial (2014), o Mapa da Violência (2015) e o Mapa do Encarceramento no Brasil (2015) confirmam que os jovens negros, pobres, moradores das periferias são ao mesmo tempo vítimas e penalizados pela ação e omissão do Estado brasileiro em relação aos direitos humanos da Juventude. Basta! [Foto Raonna Martins]

sábado, 20 de junho de 2015

Camará de ritmo e poesia


Programação completa do Palco Sarau: http://goo.gl/OZRsLN



Camará de ritmo e poesia.

Começa hoje, dia 20, a Virada Cultural, tradicional evento de apresentações artísticas espalhado por toda a cidade de São Paulo. A partir das 18h, quando você e eu não estivermos em algum palco, empunhando um poderoso microfone, ampliando a voz, os versos e as ideias, certamente estaremos misturados entre o público, traficando informação, com livros nas mãos, nas sacolas ou nas mochilas, nossas livrarias ambulantes de cada dia.

Esta mensagem é para você que nas próximas 24 horas vai estar sobre algum palco ou na rua.

O Brasil, este país de contrastes, tem sido palco de uma onda hostil aos Direitos Humanos, especialmente aos das mulheres, da população LGBT e principalmente da Juventude, a maior vitima da violência de Estado e do racismo que atingem negros, pobres e moradores das periferias brasileiras. São Paulo, a Capital mais rica do país, e por isso mesmo muito desigual, é um bastião do conservadorismo. Enquanto no Congresso Nacional políticos covardes se esforçam para aprovar leis que ferem os Direitos Humanos, como a redução da maioridade penal, na Câmara Municipal de São Paulo, outros políticos apequenados retiraram do texto do Plano Municipal de Educação, que valerá para a próxima década, as menções sobre abordagens de gênero e diversidade nas escolas municipais, violando os direitos das crianças de refletirem sobre o sexismo, o machismo e a LGBTfobia. Um verdadeiro retrocesso, marcha ré, atraso promovido por políticos covardes apoiados por uma turba de teleguiados que se pudessem instalariam pelourinhos em praça pública.
 
Nossos ritmos e poesias foram salgados pelo Atlântico, nossos versos foram escritos com sangue e suor que ainda mantém úmida cada palmo de chão desta terra, nossas batidas assustam o velho e anunciam o novo. Somos temidos porque somos o que somos, corpos livres e rebeldes!
 
Cultura e arte também são dimensões políticas. Nesta Virada Cultural, camará, quando você estiver com um poderoso microfone na mão, diante de um público que irá ouvi-lo, ser teu cúmplice, não tenha dúvida, pense nos humilhados e ofendidos desta terra, fale em defesa deles. A Virada Cultural tem só 24 horas, as violações de Direitos Humanos são cotidianas. Ou colocamos um fim nas violações de Direitos Humanos ou elas colocarão um fim na gente. 

Camará, de que lado você vai sambar?

Nos vemos nas ruas!

domingo, 7 de junho de 2015

Movimento Negro dá recado: a luta não acabou!

Brasil de Fato, 14/05/2015

Em ato do 13 de maio, Movimento Negro dá recado: a luta não acabou!

Manifestação reuniu diversas entidades que denunciaram o racismo, pautaram a necessidade das cotas raciais nas universidades e instituições públicas e a luta contra a redução da maioridade penal

Por Simone Freire, de São Paulo (SP)

Cartazes, bandeiras, palavras de ordem e dezenas de pessoas levaram uma mensagem às ruas nesta quarta-feira (13), no centro de São Paulo: a luta do negro no Brasil não acabou após a Lei Áurea, que concedeu liberdade aos escravos em 1888.

O "13 de Maio de Luta" reuniu entidades do movimento negro, como Uneafro e rede Emancipa, movimentos como o Levante Popular da Juventude e integrantes da rede de cursinhos populares, professores e estudantes.

A manifestação saiu do Largo da Batata, na região oeste da capital, ocupou uma das faixas da Avenida Rebouças, e se dirigiu para a Universidade de São Paulo (USP). O ato seguiu pelo interior da universidade até à frente da Faculdade de Economia e Administração (FEA), onde foi realizada uma assembleia.

Pós-abolição

As falas dos participantes salientaram que, além do 13 de maio, o 14 de maio, primeiro dia pós-abolição, foi o mais importante para a luta afrodescente, uma vez que milhares de negros e negras se viram desamparados pelo Estado e pela sociedade, precisando buscar formas de sobrevivência e de conquistar seus direitos.

É o que aponta o educador e integrante do Coletivo Literário Perifatividade, Ruivo Lopes. Segundo ele, o dia 14 de maio já dura mais de cem anos, pois "junto com a abolição da escravatura não veio a restituição das terras que foram roubadas, não veio a restituição de todo o trabalho empreendido durante a escravidão no país, que ajudou a construir toda a sua riqueza. Até hoje esta luta pela reparação histórica é permanente".


Estatísticas e episódios rotineiros de racismo comprovam que é negada à população negra as mesmas condições de vida na sociedade. Para Wagner Tito, do coletivo de Esquerda Força Ativa, o que o Brasil vive hoje é uma abolição inacabada.

"Ainda vivemos no 14 de maio porque o Brasil tem uma dívida histórica com o nosso povo. Não adianta achar que nós somos libertados, livres porque em uma sociedade escravista, capitalista e machista, nós temos que lutar contra todas as formas de opressão. E a luta contra o racismo se faz fundamental. Seja você branco ou negro, independente de etnia, a luta contra o racismo é uma luta de humanos contra esta doença que não precisa existir", apontou.

Genocídio

Cantando "Acabou o amor, vai ter cotas na USP, sim senhor", o movimento negro também levou para às ruas, nesta quarta-feira, a necessidade das cotas raciais nas universidades e instituições públicas. 

Foi este o principal apontamento feito por Milton Barbosa, um dos fundadores do Movimento Negro Unificado (MNU), que foi ovacionado pelos manifestantes. "A universidade pública não pode ser só para brancos e ricos", disse.

A luta pela não redução da maioridade penal e contra os projetos de ampliar as terceirizações no país também foram lembradas na marcha, além da denúncia do genocídio da juventude negra em favelas e periferias das cidades.

Cláudia Silva, empregada doméstica; Amarildo, ajudante de pedreiro; Douglas (DG), dançarino, e as centenas de vítimas assassinadas todos os anos pela Polícia Militar, foram evocados durante todo o trajeto.
 

"Se bandido bom é bandido morto, por que Alckmim, Maluf, família Saney, ainda concentram riqueza e estão vivos?", ironizou uma das integrantes do Levante Popular da Juventude ao microfone.

Fundado por funcionários, estudantes e professores em 13 de maio de 1987, o Núcleo de Consciência Negra da USP (NCN) também foi parabenizado. Maria José Menezes, coordenadora do NCN, fez questão de lembrar da importância de se resgatar e destruir os estereótipos atribuídos à cultura e tradição dos negros.

"Nós civilizamos o mundo, somos os pensadores. Nós precisamos nos apoderar desse conhecimento e mostrar para nossos jovens", disse. 

Fotos: Simone Freire

Publicado originalmente em Brasil de Fato

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dona Selma Maria de Jesus ou simplesmente Carolina!


Dona Selma, no Sarau União das Vilas, zona leste de SP

Recentemente, estive no Seminário Territorialidades de Carolina, organizado pela escritora Cidinha da Silva e pelo padre Mauro Luis da Silva, no Museu de Quilombos e Favelas Urbanos (MUQUIFU), localizado no Morro do Papagaio, em Belo Horizonte (MG). Minha participação foi provocada pelo tema "Carolina, escritora e catadora dos anos 1950 e sua relação com as catadoras de material reciclável do século XXI".

Carolina Maria de Jesus, mulher, negra, mãe que durante muitos anos sustentou a si e os filhos catando papel e vivendo na extinta favela do Canindé, na contramão do seletivo progresso paulista, então a todo vapor no início dos anos 1950 do século passado.

Invejável escritora, fenômeno de vendas no Brasil e no exterior na década seguinte, Carolina não catava só papel, catava também livro, fazia leitura e devolvia em forma de literatura a sua história e os pedaços das histórias da sua gente.

O "diário de uma favelada" de Carolina Maria de Jesus despertou a curiosidade mórbida da elite paulista por revelar segredos do "Quarto de despejo", o "exótico" cotidiano popular na literatura da época, escrito na primeira pessoa, desprezado na "sala de estar" do lado rico da cidade de São Paulo.

No Brasil do século XXI, na contramão do desenvolvimento graúdo, estima-se que há entre 400 mil e 600 mil catadoras e catadores que vivem da coleta de materiais recicláveis, dos quais uma parcela significativa é composta por mulheres, negras, mães, empobrecidas e moradoras das periferias dos grandes centros urbanos.

Particularmente, no caso das mulheres, donas de casa e chefes de família, elas catam mais do que materiais recicláveis, recolhem também pedaços da própria dignidade espoliada pelos efeitos da exclusão e como Carolina também "sonham" com um vida melhor.

Dona Selma era mulher de fé e catadora com muita dignidade, fazia parte da Cooperativa de Reciclagem Nova Esperança, na periferia da zona leste da Capital mais rica do país. Na vida, ela praticava o cooperativismo que tinha mudado a vida dela e de tantas outras pessoas Brasil afora que sustentam suas famílias em Cooperativas de Reciclagem espalhadas pelo país. Uma revolução silenciosa composta por laços de solidariedade e apoio mútuo, lemas do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, um dos movimentos sociais mais importantes hoje no país.

Dos tempos da favela do Canindé para as Cooperativas de Reciclagem de hoje muita coisa mudou. Se estivesse viva, Carolina incluiria os nomes de muitos políticos mesquinhos e "gente de bens" nos seus diários. Dona Selma tinha fé que catadores e catadoras de materiais recicláveis ocupam um lugar digno na sociedade brasileira, mesmo com todas as dificuldades, e ajudam a escrever a história de um Brasil mais justo, mais igualitário e com menos exclusão.

Dona Selma chamava-se Selma Maria da Silva e também era uma Carolina!

domingo, 17 de maio de 2015

Em BH, Museu de Quilombos e Favelas Urbanos promove programação para abordar Carolina Maria de Jesus, memória e sustentabilidade na 13ª Semana Nacional de Museus



No período de 18 a 24 de maio de 2015, o Museu de Quilombos e Favelas Urbanos (MUQUIFU) promove atividades que ativam discussões sobre a valorização da memória dos favelados no processo de manutenção da sustentabilidade sociocultural, ambiental e econômica durante a 13ª Semana de Museus de 2015. Promovida pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), a edição deste ano tem como tema “Museus para uma sociedade sustentável”.

“É muito importante que eventos como a Semana de Museus chamem atenção para locais como o MUQUIFU, que fica na favela e trata de assuntos da favela. Isso muda a percepção de que museu é só pra guardar riquezas materiais e aproxima a sociedade da memória, das histórias e das vivências de quem mora logo ao lado, mas não é visto nem ouvido.” Afirma Padre Mauro, diretor e curador do Muquifu.

Salve a Esperança: Fé, Memória e Resistência
Sempre trazendo o debate em torno de uma sociedade mais igualitária, com condições de crescimento para áreas tradicionalmente alvos do processo de gentrificação (enobrecimento), o MUQUIFU inicia sua programação centrada nos desdobramentos da ausência de políticas públicas capazes de manter as edificações e memórias da Vila Esperança. Esta é uma das vilas a serem demolidas na região do Aglomerado Santa Lúcia para dar lugar a construções do Vila Viva, programa da prefeitura de Belo Horizonte. A fim de que seja preservada a memória dos que ali viveram, o MUQUIFU quer manter a capela da Vila Esperança como memorial. Exposições, mostras e palestras estão previstas para tratar do tema no início da semana.

Inauguração da sala Carolina de Jesus e seminário com curadoria de Cidinha da Silva
 O seminário “Territorialidades de Carolina” tem início no dia 22 de maio, sexta-feira, e inaugura a sala Carolina Maria de Jesus no MUQUIFU. O espaço tem como foco o pensamento da mulher brasileira, negra e de origem pobre sobre a sociedade em que está inserida. Palestras, rodas de conversa e uma oficina de bonecas de pano estão previstas na programação para o seminário que ocorre no fim da 13ª Semana de Museus.

Confira a programação completa para os 7 dias de eventos no MUQUIFU:

18/05 – Segunda-feira - MUQUIFU – Esperança (Beco Santa Beira Rio, 110 – Vila Esperança)

  • 10:00 – Abertura da Mostra “Esperança em ruinas” – Curadoria: Luciana Campos Horta
Onde antes haviam casas e sonhos encontramos apenas escombros que testemunham a ausência de políticas públicas que respeitem a memórias dos favelados. A Vila Esperança é hoje uma vila fantasma que, durante a 13 semana de museus será destino para quem desejar entender o processo de gentrificação que historicamente expulsa os negros e pobres dos centros urbanos.
  • 11:00 – Museus para uma Sociedade Sustentável – Angelo Oswaldo - Secretário de Cultura do Estado de Minas  Minas Gerais. Qual a relevância do tema da 13ª Semana de Museus para os moradores das Vilas e Favelas de Minas Gerais? Quais as propostas da Secretaria de Cultura para a preservação da Memória das favelas? A sustentabilidade como um dos grandes desafios da vida contemporânea, principalmente o uso cauteloso dos recursos planetários, naturais ou não, respeitando os sistemas biológicos e o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas.
  • 11:30 – Salve a Esperança: Fé, Memória e Resistência! – Mauro Luiz da Silva - Pároco do Aglomerado Santa Lúcia, Diretor e Curador do Muquifu. Qual é o papel do MUQUIFU na conscientização o organização da população favelada a respeito do seu patrimônio e memória?  Padre Mauro aborda o tema da sustentabilidade sociocultural bem como o fortalecimento das tradições locais, da identidade e dos laços de pertencimento; analisa a atuação do Programa Vila Viva e a desvalorização da memória e do patrimônio dos favelados por parte do poder público.
  • 11:45 – Um outro olhar sobre os escombros – Rosa Maria Corrêa - Coordenadora do Núcleo de Inclusão e Direitos Humanos e Inclusão da PUC – MINAS. Os escombros representam apenas destruição, esquecimento, extinção? Professora Rosa mostra   que os escombros representam um mundo que ruiu e que foi destruído, mas ao mesmo tempo aponta para a desagregação do mundo em que vivemos e das varias possibilidades de resistência, luta e reconstruções que o ser humano é capaz. 
  • 12:00 – Abaixo Assinado: Salve a Esperança

Entrega simbólica do Abaixo Assinado – Salve a Esperança – aos órgãos competentes, reivindicando a  preservação do patrimônio e da memória dos favelados e a preservação do Memorial da Esperança.


19/05 -Terça-feira - MUQUIFU – Estrela (Rua Santo Antônio do Monte, 708 – Vila Estrela)

  • 17:00 - Abertura da Exposição dos Estandartes de Marcial Ávila.
  • 19:00 - Missa da Grande Árvore. Reflexão sobre a possibilidade de vivermos em equilíbrio com os
recursos disponíveis, de modo a oferecer ao planeta tanto quanto retiramos dele. Uma das possibilidades de aplicação dessa perspectiva é o aperfeiçoamento da gestão museológica sustentável. Padre Mauro conta a história da Grande Árvore da Vila Estrela. 
  • 20:00 - Chá da Dona Jovem: Padre Mauro e os artistas Fabiano Valentino (Pelé) e Cleiton Gomes da Silva apresentam a proposta iconográfica para a Igreja dos Santos Pretos às mulheres da Vila Estrela.

20/05 – Quarta-feira - MUQUIFU – Estrela (Rua Santo Antônio do Monte, 708 – Vila Estrela) 
   
  • 14:00 - Palestra: Preservação do Acervo – Fotografia como suporte da memória (profa. Gabriela Lima Gomes, do curso de Museologia da UFOP). Tem como objetivo conscientização sobre corresponsabilidade individual para a construção da coletividade e a importância da participação comunitária.
  • 15:00 - Oficina sobre conservação de acervo fotográfico (Profa. Gabriela e Dalva Pereira).

21/05 - Quinta-feira - MUQUIFU – Santa Lúcia (Rua Principal, 208 – Barragem Santa Lúcia)

  • 14:00 - Oficina de Bonecas de Pano - Vagas Limitadas
  • 17:00 - Palestra: Helielcio Vieira (Secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal de Mariana). A sustentabilidade econômica do Muquifu. Aborda a questão da distribuição de renda mais igualitária e a diminuição das diferenças sociais, com participação e organização popular.
  • 18:00 - Coquetel de Inauguração da nova Loja do Muquifu. Local: Rua Principal, 321 – Barragem Santa Lúcia. A Loja do Muquifu expõe e vende artigos produzidos pelos próprios moradores, além de outros produtos correlatos.

22/05 – Sexta-feira - MUQUIFU – Estrela (Rua Santo Antônio do Monte, 708 – Vila Estrela)

  • 9:00 – 18:00 - SEMINÁRIO: TERRITORIALIDADES DE CAROLINA(Curadoria: Cidinha da Silva) 
  • 18:00 - Oficina: Boneca negra e identidade com Jaciana Melquíades – artista visual e criadora de bonecas negras. (máximo 30 participantes)

23/05 – Sábado - MUQUIFU Capela Santa Lúcia (Rua Principal, 208 – Barragem Santa Lúcia)

  • 9:00 – 18:00 - SEMINÁRIO: TERRITORIALIDADES DE CAROLINA
  • 10:00 - Oficina: Da casa para o lixo. Do lixo para a Arte!

Reflexão sobre a possibilidade de podermos viver em equilíbrio com os recursos disponíveis, de modo a oferecer ao planeta tanto quanto retiramos dele. Uma das possibilidades de aplicação dessa perspectiva é o aperfeiçoamento da gestão museológica sustentável.

  • 10:00 - Oficina: Onde você esconde o seu racismo? Cabelo bom é cabelo liso?

Tem o objetivo de abordar a imposição do padrão de beleza europeu no Brasil, já que nos dias atuais, existe uma verdadeira obsessão por cabelos esticados e pelo “embranquecimento” da cor da pele. Como muitos ainda acreditam que a única opção para uma boa aparência é o cabelo liso, esta oficina vem para (com)partilhar ideias sobre as diferentes opções de penteado, turbantes, estilos e cuidados destinados aos cabelos crespos e suas variedades. Coordenação: Lucas Henrique de Almeida Amorim.

  • 18:00 - Sarau literário/musical – Encerramento do Seminário, Lançamento de Livros e Chá da Dona Jovem. Apresentação musical (Piano e Voz) Padre Mauro, diretor e curador do Muquifu, conta e canta a história das Favelas. Entrada Franca, espaço limitado a 100 pessoas.

24/05    Domingo - MUQUIFU – Sede (Beco Santa Inês, 30 – Barragem Santa Lúcia)

  • 14:00 - Abertura da Exposição “Mapa Gastronômico Morro do Papagaio”

Fruto de seis meses de pesquisa, de Bianca de Sá e Mariana Zande, a exposição “Mapa Gastronômico Morro do Papagaio” reúne os resultados do mapeamento de pessoas da comunidade que são referência local por seus talentos culinários, além daquelas que possuem em suas casas hortas, pomares ou quaisquer outras formas de cultivo de alimentos.

  • 14:00 – Roda de conversa “Mapa Gastronômico Morro do Papagaio”
Na ocasião do lançamento da exposição “Mapa Gastronômico Morro do Papagaio”, será realizada uma roda de conversa com o público espontâneo e convidados. Bianca de Sá e Mariana Zande compartilharão a vivência da pesquisa que originou a exposição e orientarão um bate-papo sobre o tema. Moradores participantes da pesquisa serão convidados para também partilhar suas experiências e trocar conhecimentos.


SEMINÁRIO: TERRITORIALIDADES DE CAROLINA (Curadoria: Cidinha da Silva)


22/05 – Sexta-feira - MUQUIFU – Estrela (Rua Santo Antônio do Monte, 708 – Vila Estrela)

  • 9:00 – Abertura: Apresentação da sala Carolina Maria de Jesus – Padre Mauro Luiz Silva – diretor e curador do MUQUIFU 
  • 9:30 – 12:00 – Roda de Conversa

Carolina escrita - Elzira Divina Perpétua:  professora do curso de Letras da Universidade Federal de Ouro Preto, autora de “A vida escrita de Carolina Maria de Jesus”

Leitura literária de Carolina Maria de Jesus - Mariana Santos de Assis: mestre em Linguística Aplicada pela UNICAMP
  • 14:30 – 17:30 
A produção musical de Carolina Maria de Jesus – Adélcio Souza Cruz – Professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal de Viçosa, autor de “Narrativas contemporâneas da violência”. 
A poética de Carolina Maria de Jesus – Lívia Natália: poeta, autora dos livros de poesia “Água Negra” (Prêmio Banco Capital de poesia – 2011) e “Correntezas e Outros Estudos Marinhos”. Professora Adjunta de Teoria da Literatura da Universidade Federal da Bahia.
  • 18:00 – 21:00 – Oficina: Boneca negra e identidade (máximo 30 participantes) com Jaciana Melquíades – artista visual e criadora de bonecas negras

23/05 – Sábado - MUQUIFU – Estrela (Rua Santo Antônio do Monte, 708 – Vila Estrela)
  • 9:00 – 12:00 
A recepção literária de Carolina Maria de Jesus na Alemanha – Raquel  Alves dos Santos – mestranda em tradução Alemão / Português – Universidade de São Paulo
Turismo cultural via literatura em Parelheiros – SP, onde Carolina viveu os últimos anos – Bel Santos Mayer – educadora social. Coordena o Programa de Direitos Humanos do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário – Ibeac / SP.

  • 14:30 - 17:30 Carolina, escritora e catadora dos anos 1960 e sua relação com as catadoras de material reciclável do século XXI Ruivo Lopes – poeta  e educador

Carolina Maria de Jesus: inspiração para mulheres negras brasileiras ao longo de um século (1914-2015) – Vilma Reis, socióloga, ativista dos movimentos negro e feminista, ouvidora geral eleita da Defensoria Pública do Estado da Bahia. 
  • 18:00 – 21:00 
Sarau literário/musical - Encerramento do Seminário, Lançamento de Livros e Chá da Dona Jovem

Apresentação musical (Piano e Voz) – Padre Mauro, diretor e curador do Muquifu, conta e canta a história das Favelas. Entrada Franca, espaço limitado a 100 pessoas.

Visite a página e conheça o MUQUIFU - Museu de Quilombos e Favelas Urbanos!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Fotógrafa feminista expõe registros inéditos das realidades, lutas e esperanças de mulheres em SP



Nos últimos 5 anos a fotógrafa feminista Elaine Campos vem produzindo novas imagens das realidades, lutas e a esperanças das mulheres de São Paulo e de outras cidade do Brasil. A exposição Mulheres Livres: Imagens Insurgentes reúne fotos que retratam a presença das mulheres à frente da cultura contra-hegemônica, nas lutas sociais e na arte. 

A exposição fotográfica será aberta na sexta-feira, dia 08 de maio, às 19 horas, no Espaço Cultural Periferia no Centro, na sede da Ação Educativa, na Rua General Jardim, 660, 1º andar, Vila Buarque, São Paulo.

Nos dias 14 e 21 de maio duas rodas de conversa terão lugar no espaço da exposição: Arte e Feminismo: compromisso com as lutas sociais (Com: Marta Baião) e Artes do Impossível: feminismo e ações de rua (Com: Julia Di Giovanni)

Exposição Fotográfica Mulheres Livres: Imagens Insurgentes, de Elaine Campos

Abertura: 8 de maio, às 19 horas.
 
Visitação: 9 de maio à 8 de junho. O Horário de visitação é das 10h às 20h, de segunda a sexta, e das 9h às 13h aos sábados.

Rodas de Conversa

Também no 1º andar da Ação Educativa.

14/05 (quinta-feira), 19h
Arte e Feminismo: compromisso com as lutas sociais. Com: Marta Baião (Artista feminista, doutoranda em Arte e Gênero - ECA/USP, faz parte da coordenação do Centro Informação Mulher -CIM, diretora das Mal Amadas - Poética do Desmonte, grupo de teatro feminista criado em 1992 em Diadema atualmente sediada no CIM e integrante da Cooperativa Paulista de Teatro)

21/05 (quinta-feira), 19h
Artes do Impossível: feminismo e ações de rua. Com: Julia Di Giovanni (Doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (2013) e autora de Artes do Impossível - protesto de rua no movimento antiglobalização - Annablume/Fapesp 2013, realiza desde o mestrado pesquisas sobre as relações entre estética e política e as qualidades poéticas e performáticas dos processos de organização e ação política. Desenvolve atualmente um pós-doutorado em Antropologia das Formas Expressivas no Departamento de Antropologia - USP, onde integra Coletivo ASA - Artes Saberes e Antropologia)

Serviço:
Exposição: Exposição Fotográfica Mulheres Livres: Imagens Insurgentes
Autora: Elaine Campos
Curadoria: Rodrigo Medeiros e Ruivo Lopes
Apoio: Espaço Cultural Periferia no Centro – Ação Educativa

Abertura: 8 de maio de 2015
Horário: 19 horas
Visitação: 9 de maio à 8 de junho. O Horário de visitação é das 10h às 20h, de segunda a sexta, e das 9h às 13h aos sábados.
Rodas de Conversa: dias 14 e 21/05 às 19h00 (Também no 1ºandar, e não é necessário fazer inscrição).

Local: Ação Educativa - Rua General Jardim, 660, 1º andar, Vila Buarque, São Paulo (próximo às estações de metrô Santa Cecília e República). Entrada Franca.

Mais informações e agendamento de visitas pelo telefone (11) 3151-2333.



Confirme presença aqui!


Todxs convidadxs!

sábado, 11 de abril de 2015

Em SP, Perifatividade promove formação em Direitos Humanos, Cultura e Educação




Se ligaí! 

Neste sábado, dia 11, às 14hs, o Coletivo Perifatividade promove no CEU Meninos (Rua Barbinos, nº 111, São João Clímaco, região do Sacomã) a Formação Popular em Direitos Humanos, Cultura e Educação. Serão 4 encontros, sendo que o primeiro de abertura abordará "A luta pelos Direitos Humanos no Brasil contemporânea: o revide dos vencidos". Nossa história contata pelo verbo de quem nutriu o futuro de dignidade, dos avanços conquistados pelo suor popular aos retrocessos promovidos pelas elites mesquinhas. Gestores, professores/as da rede pública, bibliotecários/as, estudantes, ativistas e agentes culturais, lideranças comunitárias, organizações sociais e munícipes em geral são muito bem vindos. Participe!



E na terça, dia 14, às 19h, acontece no Ceu Parque Bristol (Rua Arthur Primavesi, sem nº, Jardim Clímax, zona sul de SP) o segundo encontro do curso de Direitos Humanos com o tema "Transversalidade dos Direitos Humanos na Educação e Cultura". Gestores, profissionais da rede pública de educação e cultura, jovens, estudantes, ativistas e agentes culturais, lideranças comunitárias, organizações sociais e munícipes em geral são muito bem vindos. Gratuito. Participe!



No dia 21, às 14hs, o Coletivo Perifatividade volta ao CEU Meninos (Rua Barbinos, nº 111, São João Clímaco, região do Sacomã) para a Formação em Direitos Humanos, Cultura e Educação. O penúltimo encontro , abordará as "Práticas Culturais e Educativas em Direitos Humanos". Gestores, professores/as da rede pública, bibliotecários/as, estudantes, ativistas e agentes culturais, lideranças comunitárias, organizações sociais e munícipes em geral são muito bem vindos. Participe! 

 
No sábado, dia 2, às 14hs, o Coletivo Perifatividade promove no Ceu Pq Bristol (Rua Arthur Primavera, s/n º, Jardim Climax, zona suld e SP), a Formação em Direitos Humanos, Cultura e Educação. O último encontro abordará a "Ação cultural pelos Direitos Humanos nos espaços educativos". Gestores, professores/as da rede pública, bibliotecários/as, estudantes, ativistas e agentes culturais, lideranças comunitárias, organizações sociais e munícipes em geral são muito bem vindos. Participe!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Em SP: Ocupação São João recebe Plínio Marcos, a letra presepeira e o direito à moradia





Se ligaí! | Nesta sexta-feira, dia 10 de abril, às 19h, Plínio Marcos, o escritor das quebradas do mundaréu, será homenageado pelos seus 80 anos de escrita maloqueira no Centro Cultural da Ocupação São João da Ocupaçãosãojoão Mstru Flm, na Av. São João, nº 588, centro de SP. Venha ouvir, ler, contar e compartilhar as histórias dos amores, tretas e revides n'A Letra Presepeira de Plínio Marcos e o Direito à Moradia, com Ruivo Lopes. Neste dia, livros esgotados de Plínio Marcos estarão a venda a preços populares, aproveite. Confira a programação completa http://goo.gl/tPj6nR e participe!

Curadoria: Allan da Rosa 
Apoio: Biblioteca Mario de Andrade, Centro Cultural da Ocupação São João e Frente de Luta por Moradia

terça-feira, 7 de abril de 2015

Plínio Marcos: 80 anos de escrita maloqueira toma a Biblioteca Mario de Andrade em SP




PLÍNIO MARCOS: 80 ANOS DE ESCRITA MALOQUEIRA, na Biblioteca Mario de Andrade.
 
Celebrar oito décadas de Plínio Marcos é reencontrar o couro, a lama e as lâminas de seus textos. É desfrutar, refletir e se guiar pelas rinhas que esse poeta, ancestral dos escritores das periferias, acendeu ainda mesmo na Baixada Santista, de onde subiu pra lutar com palavras e cenas mesclando a crença na grandeza do ser humano e o nojo com a ganância e os chicotes, traçados tanto nos altos gabinetes como nas mais capengas cabanas.

Plínio sacudia as entranhas e as remelas de seus personagens, combinando compaixão e estupor. Mas, além das suas tantas peças já clássicas, esse escritor, ex-palhaço e varzeano também assinou crônicas impiedosas com o Poder e versou junto com os grandes sambistas paulistanos, rodando pelas beiradas e miolos da cidade. Criativa, satírica, dolorosa, ativando suspenses e comédias, sua linguagem foi muito além de um mero transporte de gírias para o papel e para a interpretação, contemplando na sanha das esquinas e dos galpões de obras, os buracos e conflitos mais dolorosos e essenciais da alma das gentes das quebradas.

Para mergulharmos em sua arte, a Biblioteca Mario de Andrade apresenta a semana "PLÍNIO MARCOS - 80 ANOS DE ESCRITA MALOQUEIRA", sob curadoria do escritor Allan da Rosa, com debates, leituras dramáticas e oficinas entre escritores, poetas, atrizes e pesquisadores das quebradas, além de projeção de filmes e shows com sua musicália e poesia

Curadoria: Allan da Rosa

Programação:
 
07/04:
19h: Projeção do filme “Plínio Marcos nas quebradas do mundaréu”, de Julio Calasso
Bate-papo com o diretor

08/04:
19h- A nova guarda maloqueira apresenta o escritor das quebradas
Leitura de ‘Oração para um pé de chinelo’ com Lucélia Sergio (Cia. Os Crespos) e Allan da Rosa.

Bate-papo:
Akins Kinte amarga e salga com “Inútil canto, inútil pranto pelos anjos caídos”
Jenyffer Nascimento traz os urros e esperanças de “Navalha na carne”
Walner Danziger dichava os farrapos de “A dança final”

09/04:
19h: A nova guarda maloqueira apresenta o escritor das quebradas
Leitura de “O abajur lilás” com Martinha Soares (Teatro Clariô) e Allan da Rosa

Bate-papo:
Sonia Bischain abre a Brasilândia presente em “Na Barra do Catimbó”
Michel Yakini arde a vista com “Prisioneiro de uma canção”
Raffaela Fernandez traz as vergonhas encarceradas de “A mancha roxa”

10/04:
19h - Oficina: “A letra presepeira de Plinio e o direito à moradia”, com Ruivo Lopes.
Na Ocupação São João – Avenida São João, 588

Na Biblioteca Mario de Andrade:
22h: Projeção de “Querô”, filme de Carlos Cortez
0h: Peça teatral: “Dois perdidos numa noite suja” (Companhia Benditos Malditos), com Douglas Lima e Lucas Wickhaus. Direção: Douglas Lima
02h: Show com Leo Lama
03h: Peça teatral: “Quando as máquinas param”, com Darília Lilbé e Arce Correia. Direção de Max Muratório.
04h30: Roda de samba “Nas quebradas do mundaréu- Plínio Marcos em prosa e samba”, com o Bando da Garoa e Kiko Barros.

sábado, 4 de abril de 2015

Poema para Dona Terezinha de Jesus do Alemão


Para Dona Terezinha de Jesus do Alemão, com carinho e solidariedade!



Terezinha de Jesus

Terezinha de Jesus
Viu o filho vir ao chão
Com um tiro na cabeça
Três PMs fuzil na mão.

O primeiro a humilhou
O segundo tentou em vão
O terceiro foi aquele
Que Tereza reconheceu a mão.

Terezinha levantou
Seu filho lá do chão
Desesperada gritou aos prantos
Por que levastes meu coração?

Tanta gente levando dura
Tanto corpo pelo chão
Tanto sangue derramado
Ferido mais um coração.

Do luto vai à luta
Da vida quer seu pedaço
Da justiça quer respeito
Do coração à mãe de Eduardo.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Política para o livro e leitura será debatida em audiências participativas, democráticas e populares em São Paulo



PLENÁRIAS REGIONAIS DISCUTEM O PLANO MUNICIPAL DO LIVRO, LEITURA, LITERATURA E BIBLIOTECA (PMLLLB) DA CIDADE DE SÃO PAULO


Participe da Plenária da sua região e ajude a construir o PMLLLB de São Paulo

A cidade de São Paulo está elaborando o seu Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB) com os seguintes objetivos: Estabelecer políticas públicas claras para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas e garantir recursos para sua implementação; assegurar o acesso aos livros e a inclusão de todos; promover a integração entre escolas, bibliotecas e outros espaços; debater e promover a formação de mediadores e a bibliodiversidade; desenvolver e apoiar ações de literatura; incentivar escritores, editores e livreiros.

Desde 2012, pessoas atuantes nas áreas da leitura, da literatura e do livro vêm discutindo uma política para o setor e a consequente necessidade de um plano municipal. Em abril de 2014, uma portaria intersecretarial publicada no Diário Oficial do Município constituiu o Grupo de Trabalho (GT) para elaborar o PMLLLB. Este GT foi composto por representantes do Executivo Municipal (Secretarias de Governo, Cultura, Educação e Direitos Humanos), da Câmara Municipal e da Sociedade Civil (ONGs, entidades de classe e militantes da leitura).

Desde então, já foram realizados mais de 30 debates setoriais, envolvendo os diversos segmentos do livro, da leitura e da literatura da cidade de São Paulo, e muitas demandas vieram desses debates, com reivindicações, propostas e sugestões para a composição do Plano.

O GT fez a sistematização dessas demandas e elaborou um documento base, tendo como referência os cinco eixos do PMLLLB de São Paulo:

• Democratização do acesso;

• Fomento à leitura e à formação de mediadores;

• Valorização institucional da leitura e incremento de seu valor simbólico;

• Desenvolvimento da economia do livro;

• Literatura.

A próxima etapa da elaboração do Plano consistirá na realização de debates nas Plenárias Regionais, com consultas à comunidade de seis regiões da cidade (Centro, Norte, Sul, Sudeste, Leste e Oeste). Esta será mais uma oportunidade de toda a população debater e construir um Plano que reflita o direito ao livro, à leitura e à literatura, que não se restrinja a interesses corporativos e localizados. Essas plenárias regionais e o Encontro Municipal que definirá em abril a redação final do PMLLLB representam as últimas etapas do processo.

Verifique as datas e locais das Plenárias Regionais e participe:

Regional Sul

Local: CEU Navegantes
Data: 28/03, das 14h às 17h
Rua Maria Moassab Barbour, s/n – Parque Residencial Cocaia

Local: CEU Casa Blanca
Data: 10/04, das 9h às 13h
Rua João Damasceno, s/n – Capão Redondo

Regional Leste

Local: CEU São Mateus
Data: 31/03, das 14h às 18h
Rua Curumatim, 201 – Parque Boa Esperança

Local: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes
Data: 07/04, das 14h às 18h
Av. Inácio Monteiro, 6900 – Cidade Tiradentes

Regional Oeste

Local: CEU Butantã
Data: 31/03, das 18h30 às 22h
Avenida Engenheiro Heitor Antônio Eiras Garcia, 1870 – Jardim Esmeralda

Regional Centro

Local: Biblioteca Mário de Andrade
Data: 01/04, das 17h30 às 22h
Rua da Consolação, 94 – Centro

Regional Sudoeste

Local: Centro de Convivência Cultural e Educacional de Heliópolis
Data: 09/04, das 13h às 17h
Estrada das Lágrimas, 2385-São João Clímaco

Regional Norte

Local: Centro Cultural da Juventude
Data: 12/04, das 15h às 19h
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Limão

Saiba mais sobre o Plano aqui: www.pmlllbsp.com

sexta-feira, 20 de março de 2015

Encontro debate o genocídio da população negra e periférica no Guarujá (SP)



Se ligaí! | Neste sábado, 21, Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, será realizado o encontro CONTRA O GENOCÍDIO DA POPULAÇÃO NEGRA & PERIFÉRICA !!! (clique!), às 15h, no Centro Esportivo Padre Donizete, na Rua Paulo Fabris, S/Nº, Bairro Santa Rosa/Guarujá, Baixada Santista (SP). Na programação: bate papo com: Dennis Tupiassú, Debora Silva Maria & Ruivo Lopes; Lançamento do livro de poemas “Viver Entre Os Porcos Sem Comer Da Lavagem”, de Tubarão Santos; ritmo & poesia com Buddy X Paulo Simas, DDR & Tee Congregados; Exibição dos vídeo-clipes de Amarelo & Ritmo Febrozo; Grafitti, Break & mais. Organização de Santa Rosa Breakers & Núcleo de Estudos Libertários Carlo Aldegheri. Compartilhe e participe!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Café Imaginário com mulheres do movimento de moradia, fotografia, poesia e muito mais!



Se ligaí! | Acontece hoje (19), às 19h, o Café Imaginário especial "Mulheres em Movimento" no Centro Cultural da Ocupação São João/Ocupaçãosãojoão Mstru Flm, no nº 588 da mesma avenida, em cima do Rei do Mate, centro de SP. Na programação: roda de bate papo com mulheres do movimento de moradia, teatro, exposição fotografia & poesia com Elaine Campos e Ruivo Lopes, música e muito mais. Compartilhe e participe!